O
poeta ali distraído
Doando
displicência da boa
Esperando
de volta a palavra que sua foi dele do outro da rua
Já
já de aflição e incertezas vai
nascer do asfalto o que não nasceu em lugar nenhum por aqui
Leveza,
categoria, malícia que grita mesmo muda
Quem
sabe amanhã? Imóvel, manchado, maculado de cor
de despropósito … insiste
inerte. Vai-se a ignorância em par, passa, não sabe do poeta o jeito, a
palavra, o poema, a sacada de bandeja. O poeta novamente bronzeado e desejante.
A estupidez persistente por ali, por aí, por acá!
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